sábado, 19 de março de 2011

Alcatra pelo preço de Picanha

Dia desses, eu e minha esposa fomos ao "supermercado" SuperMarket (Piratininga-Niterói). Havia uma promoção da Alcatra (peça ou pedaço) R$14,90. Pedi então uma quantidade cortada em bifes. Ao chegar em casa, verifiquei que no cupom fiscal estava marcando o preço de R$19,99 o Kg. Minha esposa ligou para o estabelecimento e foi informada de que, por ter sido cortada em bifes o preço do Kg foi majorado para os R$19,99.
Algumas coisas a considerar neste caso:

Primeiro, por quê o funcionário (que aliás estava com uma cara que parecia estar nos fazendo um favor contra sua vontade ao nos atender) não nos informou sobre esta diferença?

Segundo, será que é correto cobrar praticamente o preço de uma picanha por uma alcatra só porque foi cortada em bifes?
Me senti lesado. Realmente um absurdo!
O mínimo (quiçá o máximo) que posso fazer é nem entrar mais neste SuperMarket (Piratininga-Niterói). Talvez isso não vá fazer a menor diferença para eles mas, se todos que se sentirem lesados fizerem isso...
As empresas e seus "colaboradores" precisam, ainda, aprender muito sobre respeito e atendimento ao cliente...

sábado, 18 de dezembro de 2010

Não esqueça do Nobreak

Muitos comerciantes quando vão automatizar seu ponto de venda, por exemplo, lembram ou são lembrados, de tudo o que há de mais atual em computadores, monitores, ECF (Emissor de Cupom Fiscal), gaveta de dinheiro, leitores de código de barras, sistema de vendas, etc...
Correto, precisamos investir no melhor sim. Porém, muitos esquecem de que pra tudo isso funcionar é preciso de uma rede elétrica bem aterrada, sem interferências e deixam de investir num equipamento essencial para essa questão: o nobreak.
Além de tudo isso, em caso de falta de energia, o nobreak consegue manter seus equipamentos do ponto de venda, ligados por alguns minutos e até por horas. Quanto custaria para você ter todo o teu investimento perdido por um curto-circuito ou sobrecarga? Quanto custa para você ficar alguns minutos sem atender seus clientes? Quanto custaria ver teus clentes deixarem de entrar em sua loja, porque os equipamentos não estão funcionando?
Pense nisso, não esqueça do nobreak.

domingo, 4 de outubro de 2009

Cuidado com o que andamos prometendo



O cliente só exigirá de nós aquilo que espera receber da nossa parte, muitas vezes o que nós mesmos prometemos. Por isso, não devemos prometer além do que conseguiremos entregar. Quando nossa venda depende que façamos promessas que sabemos que não conseguiremos cumprir, será melhor falar a verdade, perdermos a venda e continuar com o cliente do que conseguir empurrar o produto ou serviço e perder o cliente para sempre.

sexta-feira, 2 de outubro de 2009

Um sorriso faz bem...


Um sorriso faz bem e custa muito pouco. O ser humano precisa utilizar mais músculos para "emburrar" a cara do que para sorrir. E qual de nós não fica mais contente ao entrar numa loja e ser bem atendido e ver a pessoa que nos atende sem aquela cara que chega a nos dar impressão de que estamos pedindo algum favor ou quem sabe até atrapalhando...Pois é, muita gente precisa entender que o cliente não está pedindo nada, está na verdade até contribuindo para que o estabelecimento se mantenha funcionando e consequentemente o emprego de todos seja mantido.
O dono da empresa deve estar atento a isso, e saber como o seus funcionários tem tratado os seus clientes. O pior é quando o próprio dono do estabelecimento também faz assim, tratando seus clientes sem um mínimo de cordialidade. Com certeza, estes clientes com o tempo irão se afastar. Como dizia um conhecido "profeta": Gentileza gera gentileza...